
O que gera esse comportamento é uma crença que eu fui adestrada a ter de que nada na nossa vida acontece por acaso, que tudo tem um propósito. Então, fico farejando qual o motivo dessas estranhas ocorrências: o que elas querem me mostrar? No que elas vão dar? Por que preciso passar por elas?
Mas, longe de ter o brilhantismo do professor de Simbologia criado por Dan Brown, eu só consigo chegar a uma única conclusão em minha batalha quixotesca para tentar ler o que Deus escreve em linhas tortas: só posso crer que Ele está de sacanagem comigo.
- Foto: Please, help me, Professor Langdon!
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