Consegui um emprego no início de 2006 e, a partir daí, não parei de trabalhar. Acontece que, de 2006 a 2008, mudei de emprego duas vezes, e sempre a 15 dias de completar um ano de casa e pedir as tão sonhadas férias. Na última mudança de emprego, o caso foi ainda mais crítico: já estava com passagens compradas e tudo acertado para passar 10 dias em Natal e Fernando de Noronha. Mas joguei tudo pro alto e pensei: "vou para um lugar melhor, salário melhor, estou apenas adiando a viagem. Nas próximas férias eu vou!"
Humpf. Me pergunta se eu tô lá? Está claro que não. Só o que faço ultimamente é enviar currículos e comparecer a entrevistas de emprego. E cansada, cansada, cansada de tudo. A coisa é tão crítica que eu me contentaria com um passeio furreca em Paquetá.