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domingo, 9 de agosto de 2009

Update: "Amadeus"

Disse lá atrás que estava vendo o filme Amadeus por etapas. Hoje finalmente consegui ver o final do filme e algumas coisas mudaram sobre a minha análise anterior:

1) Sobre Salieri - pareceu menos invejoso. Menos mal.

2) Sobre Constanze - melhorou sensivelmente no decorrer do filme, deixando de ser a debilóide do início para uma mulher com mais fibra.

No geral, o filme é OK, mas o que salva mesmo são as músicas, as composições maravilhosas de Mozart. No fim das contas, na categoria filmes sobre gênios da música, ainda prefiro Minha amada imortal.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Filme: Amadeus

Para alguém que gosta de música clássica, é meio inconcebível que eu nunca tenha visto Amadeus, a cinebiografia (mais ou menos, né) do Mozart. Mas, essa semana, descobri que meu cunhado tem um DVD do filme e resolvi vê-lo.

Primeiro de tudo, vou ter que fazer isso em etapas, porque Amadeus tem quase três horas e chego muito cansada do trabalho, não dá pra ver tudo de uma tacada só. Ontem vi o "primeiro capítulo", digamos assim, e já achei algumas coisas meio complicadas. Vejamos:

Mozart e sua risada bizarra (???)

1) A caracterização de Salieri - Meu Deus, o que fizeram com o pobre? Transformaram o Salieri num invejoso homicida, quando o cara foi até amiguinho do Mozart, chegando a ser professor de piano de um filho dele. Tsc, tsc.

2) A risada de Mozart - Creio que cada pessoa tem direito a possuir suas idiossincrasias, e não sou ingênua de supor que Mozart não tinha nenhuma. Mas aquela risada ridícula?! De onde tiraram que ele ria daquele jeito estapafúrdio?

3) Constanze Mozart - Gostaria muito de acreditar que a mulher que conquistou um gênio como Mozart não se comportava como a completa debilóide que é retratada no filme.

Obviamente continuarei a ver o filme, mas sem a mesma animação do início. Fica a pergunta: por que inventar tanto em cima de uma vida que já foi incrível por si só?

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

As 100 obras-primas da música clássica - parte 3

Se no CD anterior Mozart desponta no cenário com duas músicas, neste terceiro ele impera absoluto. O álbum compreende os trabalhos de Mozart de 1776 a 1787, período de consolidação do Classicismo.

A lista de execução começa com uma das obras mais reconhecíveis do maestro: "Eine Kleine Nachtmusik" ("uma pequena serenata", em tradução livre). Há, ainda, dois trechos da ópera "As Bodas de Fígaro" (Abertura e Marcha), a abertura da ópera "Don Giovanni" e a divertida e famosa "Rondo Alla Turca", terceiro movimento da Sonata para piano nº 11.

Desta seleção, a minha peça preferida é o belíssimo Concerto para Piano nº 21 em Dó Maior (2º movimento). A seguir, um vídeo com execução da Filarmônica de Berlim, conduzida pelo maestro Daniel Barenboim (que também toca o solo de piano):