
Depois, veio Ghost - Do outro lado da vida. Quando esse filme passou nos cinemas e foi aquele sucesso estrondoso, eu tinha apenas 9 anos e não podia ir vê-lo - se não me engano, a censura era 10 anos. Sacanagem, eu estava tão pertinho dessa idade! Mas não deu: quem acabou indo foram minhas duas irmãs mais velhas. Lembro de esperar ansiosamente pela volta delas e, quando elas finalmente chegaram em casa, ainda discutindo animadamente o filme, implorei para que me contassem todo o enredo. Imagine a dificuldade das coitadas, tentando descrever quase duas horas de filme. E o nível de detalhamento que eu pedia! "Como era a mocinha?" "Ah, ela tinha cabelo curto, preto, lindo!" "E o mocinho?" "Era muito gato, louro dos olhos azuis" (nessa época a gente ainda não tinha visto Dirty Dancing). Só fui ver Ghost depois que saiu na locadora, quase um ano depois. E me apaixonei completamente pelo Sam, o fantasma.
Essas foram as lembranças que surgiram na minha cabeça hoje, quando entrei nos jornais online que sempre leio, todos os dias, e vi a triste notícia. Realmente, câncer de pâncreas não é pinto, é um câncer agressivo, e mesmo assim ele ainda conseguiu viver mais de um ano. Uma tremenda conquista. Porque, afinal, "nobody puts Patrick in a corner".
RIP, Patrick Swayze.
Oi Elaine,
ResponderExcluirAdoro o teu espaço, é uma delícia...
Deixo um abraço e aviso, tem selinhos pra você lá no blog, apareça...
Beijos delicados :)