1 - Opereta "Orfeu no Inferno", de Offenbach (foto)
2 - Melodia em Fá - Rubinstein
3 - "Os Prelúdios", de Liszt
4 - "Valsa", de Brahms
5 - Abertura da ópera "A força do destino", de Verdi
6 - "Eu te amo", de Grieg
7 - Abertura da ópera "A noiva vendida", de Smetana (ou Smetna) Curiosidade: assim como Beethoven, Smetana também continuou a compor, mesmo estando completamente surdo.
8 - "Barcarolle", da ópera "Os contos de Hoffman", de Offenbach
9 - "Tritsch-Tratsch Polka", de J. Strauss II
10 - Abertura de "Cavalaria ligeira", de Suppé
Minha seleção é "Barcarolle", de Offenbach. Considerada por muitos a sua obra-prima, Offenbach nunca viu "Os contos de Hoffman" ser interpretada. Compôs a ópera quando estava muito debilitado, e esta só veio a ser apresentada cinco meses depois de sua morte.
A melodia fluida, feita para ser cantada por uma soprano e uma mezzo-soprano, tem a seguinte letra:
O tempo voa e carrega
nossos carinhos delicados para sempre!
O tempo voa para longe deste oásis feliz
e não volta mais.
Zéfiros ardentes,
nos envolvam com suas carícias!
Zéfiros ardentes,
deem-nos seus beijos!
Seus beijos! Seus beijos! Ah!
Noite adorável, oh noite de amor,
sorria às nossas alegrias!
Noite, tão mais doce que o dia,
oh linda noite de amor!
Ah! Sorria às nossas alegrias!
Noite de amor, oh noite de amor!
A apresentação abaixo corta uma pequena introdução (um minuto e meio sem voz, só orquestra) e vai direto para a parte vocalizada. É belissimamente interpretada pelas irmãs Irina e Cristina Iordachescu.
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